quinta-feira, 5 de março de 2020

Eu tenho dois amores




Hoje já é quinta-feira, ainda vamos a tempo de falar sobre o que fiz o fim de semana passado??



Numa das minhas idas à Retrosaria, vi esta camisola vestida. Fiquei apaixonada, mas com a certeza que nunca iria conseguir replicar. Mais tarde vim a saber que a Joana Caetano dava uns workshops onde ensinava exactamente estes bordados - lã sobre lã.

No sábado passado lá fui eu aprender a bordar.
Uma manhã que passou num sopro, e que me fez vir a sonhar com camisolas e casacos bordados.



Amostra tricotada em Beiroa com bordado também em Beiroa.
Acredito que para quem sabe bordar bem não seja um bicho de sete cabeças, mas para mim era...

Se como eu tens curiosidade de aprender, olha que vai haver este workshop no Festival de Tricot do Porto em Junho. Recomendo!


Agora diz-me cá, consegues ir a uma Retrosaria e vir de mãos a abanar??
Mesmo que tenhas em casa materiais para 2 anos de tempos livres?


Não me permiti trazer fios, mas não pude resistir ao novo livro da Laine.

As meias com padrões não são a minha primeira opção, porque invariavelmente todas aquelas que experimentei me saíram mais largas do que era suposto - não consigo manter a tensão do fio igual, mas há que persistir e voltar a tentar, e o livro por si só é delicioso



Poderá o primeiro par já estar escolhido, falta achar o fio indicado.



Estas duas meadas da Cores do Bosque têm-me pedido insistentemente para saltar para as agulhas, mas ainda não lhes arranjei o projecto perfeito.
Ou talvez até já saiba o que fazer com uma delas mas, sabem quando gostam tanto de um fio que têm "pena" de o usar?
Maluqueira eu sei...

E porque o fim de semana são dois dias, dediquei o domingo ao meu outro amor


   


Mais uma maratona de cycling
Foram 4 horas a pedalar, em muito boa companhia.


Porque é que ainda não consegui pegar nas agulhas desde sábado?
Porque ainda estou a recuperar do cansaço...
Embora muitos dias me sinta ainda com vinte anos, o meu corpo sabe que é mentira, e simplesmente "desliga" a partir das 10 da noite ;)



Obrigada marido por me teres dado folga no sábado, e por teres trabalhado na minha vez no domingo.




quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Recomeçar



Vamos recomeçar?

Tenho tido saudades deste meu canto.
Já há mais de ano e meio que aqui não escrevia, e deste tempo houve vários meses que nem na plataforma blogger entrei...

Porquê?
Falta de tempo?
Falta de inspiração?
Troca de interesses e ou de prioridades?
Talvez tudo isto, talvez nada disto...

Parece que foi generalizado. 
Muitos dos blogs que seguia, ao tentar recuperar leituras vi que alguns estão sem actualização há 2 ou 3 anos, outros que costumavam ter post´s semanais passaram a meia dúzia por ano.

Terá o decréscimo de interesse pelo blogger a ver com aumento de interesse pelo Instagram?

A mim, o blog deixou de me fazer sentido quando comecei a ter menos tempo para as linhas e agulhas.
Comecei a tricotar pela peça que obtinha e não tanto pelo processo em si.
Tricot egoísta, quase que exclusivamente para mim, com meia dúzia de prendas pelo meio.

Precisei de me recolher no tricot, que aos meus olhos me parece muito mais "contido", mas agulha de crochet tem chamado por mim. No crochet consigo a explosão de cores que (aos meus olhos) no tricot não fica bem.

Isto faz algum sentido??

Voltei aquele ponto em que preciso de criar pela processo criativo em si, não necessariamente para obter uma peça nova para mim.

Isto faz algum sentido?
Fará, se reabrir a Loja pontinhos ao vento...

A Loja está oficialmente (re)aberta, e hoje chega uma nova versão de uma peça já por aqui bem conhecida






Voltamos a ver-nos brevemente?


Há demasiadas coisas que fazemos por obrigação e alimentar um blog só pode ser por opção.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Até já




Já aqui não escrevo há mais de um mês
Não por falta de vontade mas por falta de tempo.
Poderão dizer, e com razão, "Ah, mas tens andado pelo Instagram..."
É verdade.
Por lá é mais rápido, quase automático, e eu por aqui, neste cantinho de que tanto gosto comprometi-me com a quase perfeição. Vá, com o melhor que posso e sei fazer.

A temática deste blog mudou, mas aos meus olhos a temática do dia a dia não fica aqui tão bem.

Não sei como vai ser o amanhã por aqui (blogger) mas há coisas que quero continuar a partilhar.

Podes continuar a seguir-me pelo Instagram ou pelo Facebook

Por lá vão continuar a aparecer as panquecas do pequeno-almoço, a hora escolhida para o treino do dia, ou mesmo os lentos progressos nos projectos de Linhas & Agulhas...

Até já

domingo, 3 de junho de 2018

Respirar




Diz o ditado que quem corre por gosto, não cansa.
Eu diria que cansa, mas menos.

Os últimos dias (semanas/meses) têm sido demasiado preenchidos.
À excepção do domingo de Páscoa, o meu último dia de "não trabalhar" foi no final de Fevereiro.
Há pelo menos um ou dois dias por semana que não trabalho o dia todo, ou não vou de manhã, ou saio mais cedo à tarde, mas já me esqueci da sensação de acordar e pensar que é dia de folga.

Embora canse menos, cansa.

Mesmo nos dias que me sinto a querer fechar o olho assim que me sento no sofá, as agulhas são uma constante.
Tem dias que não consigo fazer mais que uma ou duas carreiras, tem outros em que o resultado é asneira e é para desmanchar no dia seguinte. 
Nem que seja. 
Há dias em que preciso do tic-tic das agulhas para acalmar a respiração.
Não importa que demores um mês para fazer um par de mini-meias...

Dez minutos de jardinagem para alegrar um canto da cozinha

Admitindo que não gosto particularmente de cozinhar mas, chegar a casa ainda a horas de fazer o jantar enquanto o sol se põe, tem todo um outro encanto.
Incerteza até ao fim se a camisola ficaria com as mangas compridas.
Afinal ainda sobraram 2 gramas...
Acho que não chegava para mais duas carreiras em cada uma.

Um novo vício.
Bolas energéticas, absolutamente deliciosas e com poucas culpas
Tâmaras, alperce seco, flocos de aveia, pepitas de cacau cru, amêndoa, e neste dia levou também polpa de laranja e toranja.
Já as experimentei com figo seco em vez de alperce, já experimentei com raspa de laranja e de limão, com amendoim e manteiga de amendoim, com pedaços de coco seco e ralado...
É ir experimentado conjugações de sabores
A camisola que já foi estreada ontem, ficou com as mangas mais curtas do que o modelo indica, mas no tamanho que eu gosto (três ou quatro dedos acima do pulso).
Este fio, estes dois tons de azul tinham sido comprados para um outro projecto, mas depois de fazer o meu On the Spice Market, e depois do fio se ter partido mais que uma vez, fiquei com medo de investir demasiado tempo a tricotar algo que ficasse "frágil".
Decidi desta vez trabalhá-lo com os dois fios juntos, um de cada cor, e parece-me que foi uma decisão acertada.
Ganhei uma camisola confortável para estas noites de verão que continuam frescas.

A tua Primavera está a ser simpática?







quinta-feira, 3 de maio de 2018

podem não ser piolhos...




Há já uns anos que me foram "diagnosticadas" alergias.

Alergias ao pólens, à flor da Oliveira e a outras que tais - basicamente sou alérgica à Primavera.

Durante muitos anos os sintomas foram ligeiros, incomodativos, mas não limitativos. 
Pingo no nariz, lágrimas incontroláveis, comichão no nariz e ouvidos. Nada que a toma de um anti-histamínico diário não resolvesse, e nem sempre fazia dias seguidos de tomas.

Há cerca de 4/5 anos os sintomas intensificaram-se e fui mesmo obrigada a mudar a medicação e a deixar de me poder esquecer de tomar. Os sintomas que tanto me incomodaram desapareceram, deixei de ter pingo no nariz e nos olhos, e aquela comichão "húmida" nos ouvidos e nariz, mas surgiram outros.
Comichões pelo corpo todo...
Houve uma altura, em completo desespero, que pedi ao meu marido e à minha mãe que me vissem a cabeça, que com tanta comichão que tinha, quase de certeza teria piolhos.
Não me viram nada, mas ainda assim por duas vezes fiz tratamento para os piolhos (e das duas vezes nada "saiu").
Percebi depois que esses eram sintomas novos.
Comichões na cabeça que me fazem coçar como se fossem piolhos, comichão pelo corpo, que me fazem coçar até criar nódoas negras.

Moral da história, se vires alguém a coçar insistentemente a cabeça, podem  não ser piolhos...



quinta-feira, 19 de abril de 2018

O glamour de viver no campo





Duas da tarde, recebes um mail da empresa de alarme, a informar que houve quebra de energia e a central está a usar a bateria - embora não seja muito frequente, volta não volta a luz vai, e vem quase de seguida...
Não dás (demasiada) importância.
Chegas a casa às oito da noite e não há luz.
Afinal foi o quadro que foi abaixo...
"Olha, vieram lavrar a vinha"
O disjuntor "quadro da bomba" foi abaixo.
"Olha que giro @#&%?=/$%#", o trator passou no único sítio onde não pode passar e lixou o cabo da electricidade, daqueles trifásicos, revestidos a alumínio...
Afinal já tens luz, mas não tens água.
Cabo conseguiu ser emendado, provisoriamente, e já tens água outra vez.
Ah, afinal o tudo da água também levou uma naifada, está a perder água, e precisa ser emendado.

É esta a (uma das) história da minha vida 
É parte do glamour de viver no campo.



terça-feira, 10 de abril de 2018

A vida é Yammi




As conversas são como as cerejas.
Começou entre amigas, sobre quem tinha robot de cozinha, e como o rentabilizávamos.
Tenho uma Yammi, das primeiras, e acho que ainda não rentabilizei o que ela me custou. 
É-me indispensável?
Não, mas dá jeito.
As outras mais caras são melhores?
Acredito que sim. Ainda assim não sei se iria rentabilizar o custo extra. É a minha opinião.

Mas ainda a propósito da tal conversa, veio seguida da pergunta se já teríamos o novo livro.
Não tinha.
Nesse mesmo dia fui ao supermercado, e não consegui passar sem ir à procura do livro.
Gostei tanto das sugestões, que veio para casa comigo.

Receitas saudáveis, que podem ser feitas mesmo sem robot de cozinha.

A primeira experiência foram uma wafles de café, que são nada mais nada menos, que a receita que costumo fazer das minhas panquecas de aveia, mas com café em pó em vez de canela. São deliciosas.


A segunda experiência foram uns muffins de batata-doce e courgete, numa versão "salgada", que tinham também tomate seco e queijo feta. Não ficaram perfeitos, mas agradou-me tanto a receita que não tardei em comprar as formas para os cupcakes (que não tinha), e desta vez experimentei uma das versões doces, com pepitas de cacau.

Continuaram a não sair perfeitos, porque teimei em pesar por excesso tanto a batata-doce como a courgete, e não compensei com o respectivo acrescento de farinha.
Ficaram mais húmidos do que era esperado.
Mas se calhar ficaram bons...
Dos 18 que rendeu a receita, hoje de manhã só havia 2 para contar a história.



terça-feira, 3 de abril de 2018

Sock Box 2018 #3





Não sei se lhes chame Meias dos Namorados se Meias da Páscoa...

Tricotadas com o Sock Blank de Fevereiro, acabadas no dia de Páscoa.

Para já vão para a "caixa".




sábado, 31 de março de 2018

Deste mês de Março




Março não foi um mês "fácil".

O "mau tempo" que tivemos foi capaz de me deixar irritada por vários dias. Não podemos lutar contra a meteorologia é certo, mas o vento atormenta-me de um modo que não consigo explicar, e que me deixa exausta.
Somando o cansaço físico, houve algumas noites que embora as linhas tivessem ocupado as minhas mãos, ao serão não consegui mais que hibernar frente à televisão.

Durante o mês de Março não consegui fazer o sock blank a que me tinha proposto (tricotar e pintar), mas consegui quase concluir as meias do sock blank de Fevereiro.


A uma faltam 5 carreiras mais cós, à outra um pouquinho mais.
Comecei por tricotá-las no método two at a time, mas não me entendi. Penso que deve ser mais fácil este método para quem tricota com a linha no dedo, e não ao pescoço, como é o meu caso.
Mas porque optei por não desmanchar o sock blank, a opção foi ir tricotando ao mesmo tempo, mas em agulhas separadas.

Talvez hoje o serão seja rentável e eu consiga acabar pelo menos uma...

Que mais tem ocupado as minhas agulhas?

O modelo é o I see Spring, da Joji Locatelli.

Poderão dois vencidos criar um projecto vencedor?

Um fio de que não fiquei particularmente fã, decidi desta vez trabalhar com dois fios juntos.
Um padrão que já tinha sido iniciado com outro fio, e depois desmanchado.

Quase a acabar os dois primeiros novelos - um de cada cor, ainda tenho mais um e cerca de 3/4 de cada. A ver vamos se chega para fazer a manga comprida...


O vosso Março foi simpático?







domingo, 18 de março de 2018

Sock Box 2018 #2





Mais um par de meias acabado em 2018.

Começadas na viagem de ida, a primeira meia foi acabada durante a estadia em Madrid.

Um par que inicialmente não me pareceu um par.
O fio que sobrou, tanto do azul como do matizado, ainda chegam para mais uma (ou mesmo duas) meia(s). Será que ficaria com dois pares mais idênticos?!?!
Não sei se faça...
Agora, a alguns dias de distância de as concluir, até que já me parecem um par...

Quem disse que um par tem de ser duas peças exactamente iguais?!?!


segunda-feira, 12 de março de 2018

Madrid em 68 segundos






O fim de semana do Carnaval foi passado além fronteiras.

Quando foi inicialmente programado, o destino escolhido era Barcelona
Dados os últimos acontecimentos na Catalunha, e o clima de instabilidade que se vivia quando foi finalmente hora de fazer marcações, resolvemos deixar Barcelona para uma próxima oportunidade e optamos por Madrid.

Foram umas férias "atribuladas". 
Estivemos até 4 ou 5 dias antes da partida quase a desmarcar por motivos profissionais. Depois de resolvida essa questão, a nossa afilhada adoeceu, e a viagem que era para ser feita a sete, acabou por ser só a 3...

Na hora de fazer a mala (entenda-se 40 minutos antes da partida), a máquina fotográfica foi acondicionada com a única lente que tinha colocada. 
As fotos da viagem foram as possíveis.

Mas, falemos da viagem em si.
Na semana anterior tinha nevado em Madrid. Íamos com "medo". Acabamos por apanhar dias fantásticos, frios é certo, mas que nos permitiram laurear a pevide o dia inteiro.

Como já vai sendo hábito nestas nossas escapadelas, programamos os dias por zonas da cidade, que percorremos maioritariamente a pé.
Mais uma vez, museus não foram a nossa prioridade, com excepção para o Museu do Prado.
Como sabíamos que não queríamos lá andar "meio-dia", optamos por esperar pelo horário gratuito, a partir das 17h. Depois de esperar cerca de uma hora na fila para entrar, e tendo visto cerca de um terço do primeiro piso, a filha começou a deitar sangue do nariz. Imaginam o "espectáculo"? Turista deitada num banco, num corredor do Museu do Prado (onde toda a gente passa), e onde ao fim de 20 minutos e vários metros de papel higiénico consumido, não parou de sangrar.
Decidimos sair, sentá-la nas escadas a apanhar ar, enquanto os todos os outros turistas entravam (e espreitavam...).
O que terá acontecido?
Não é propriamente novidade ela sangrar do nariz, embora nunca com tanta intensidade. Podemos dizer que a falta de hidratação (para precisar de ir menos vezes à casa de banho), a alimentação desregulada (em relação aos horários e qualidade) e o cansaço tenham sido a causa.
Passou e não voltou a acontecer.
Mas, caso foi preciso medicação, tínhamos uma farmácia em cada esquina.
Farmácias e fast food (MacDonald´s e Burger King). Acho que nunca tinha visto uma cidade com tantas. 

Mas temos mais histórias...
Um dos dias programamos visitar o Parque Europa. É a cerca de meia hora de Madrid, mas como fomos de carro, era perfeitamente acessível.
Se tivéssemos (eu) introduzido a morada correcta no gps, e não tivéssemos antes ido "visitar" o Parque da Europa, em Getafe... (que também distava de cerca de 30 minutos do centro de Madrid onde estávamos).

Porque e que este post só apareceu agora?
Preguiça.
Preguiça de editar as fotos.
Depois lembrei-me que podia fazer uma edição "engraçada", e cá está ele.


Viajar é sempre bom, mas Madrid não ficou entranhada no meu coração.











sexta-feira, 9 de março de 2018

Da hora de almoço...




Estava marcado ir arranjar as mãos.
A cabeleireira estava disponível, decidi cortar também o cabelo.

Lá fora chovia, e enquanto me lavavam o cabelo, a cadeira xpto estava ligada no modo massagem.
Acho que ainda fechei os olhos...



Pertenço definitivamente ao clube dos cabelos curtos.

O casaco?
É este.
Está farto de ser usado.






segunda-feira, 5 de março de 2018

Sock Blank de Fevereiro





O Sock Blank de Fevereiro tinha de ter corações...

Tricotado numa escapadela de fim de semana, foi pintado no último fim de semana do mês.

Vai ser conjugado com vermelho para cós, calcanhar e biqueira.
Serão as próximas meias a saltar para as agulhas e creio que serão mesmo para mim.




domingo, 4 de março de 2018

Conduzir




Conduzo desde sempre - entenda-se desde que tirei a carta de condução aos 18 anos.

Tive o meu primeiro carro poucas semanas depois. Um carro novo para mim, que já era em segunda (ou terceira mão).

O meu emprego na altura obrigava-me a conduzir em serviço, e tinha de conduzir vários carros diferentes. 

Nos primeiros anos de casada, tivemos um carro para o casal, mas já quase à vinte anos que cada um de nós tem o seu próprio carro - o marido mais que um, por motivos profissionais.

Já tive vários carros.
Tive uma Sport Wagon que adorei, e sei que não gosto das monovolumes...
Actualmente conduzo um SUV, que de todos os carros que já tive é o meu preferido.

No final do ano passado tive um pequeno acidente com o meu carro - no mesmo dia que tive uma inundação em casa... Há dias que deviam poder ser riscados do calendário.
Adiante.
Nada de grave, e o seguro paga o arranjo do carro.
Só agora o carro foi finalmente arranjar. A(s) oficina(s) onde costumo levar o carro, do mesmo grupo onde o comprei, sempre me disponibilizaram um carro de cortesia quando o tempo estimado para trabalhos é superior a um dia. 
Nunca sei que carro vou trazer.
Já aconteceu trazer um igual mas, também não é importante. Qualquer carro que me possam emprestar é melhor que ficar sem carro, mesmo que só por uns dias.

Desta vez houve uma confusão com a hora que eu ia entregar o meu,  e o carro que supostamente eu iria trazer só iria estar disponível na manhã seguinte. Resolveram da melhor maneira possível e emprestaram-me um carro que muito raramente sai.

"Mudanças automáticas, está familiarizada? É um híbrido".
"Hhmmm?!?!"

Continuo sem saber muito da diferença entre um híbrido e um eléctrico, porque quando peguntei se o teria de carregar, disseram-me que bastava meter gasolina...
Ok, só por uns dias não vale a pena complicar.
Caixa automática... é exactamente aquilo que eu pensava.
Não gosto. 
Sinto que não tenho poder na condução - e eu gosto de conduzir.

Deixei ficar um SUV, a gasóleo de 6 velocidades
Trouxe um citadino, híbrido de caixa automática...

Mais uma vez agradeço o facto de me ter sido facultado um carro de cortesia, mas acho que nunca tinha sentido tanta "estranhesa" a conduzir um carro. Nem quando em serviço tinha de conduzir aquele que apelidavamos de banheira - um Audi 80, nem quando conduzo a Pick Up do marido.

Quem desse lado conduz um carro com mudanças automáticas?
O que vos faz gostar?

Quando à questão do híbrido/eléctrico...
E também já há SUV's eléctricos...
Pode muito bem ser o próximo...
(só não sei quando)






sábado, 17 de fevereiro de 2018

Madewell





Finalmente pronto.
O modelo é o Madewell da Joji Locatelli.

Quando o comecei, no longínquo mês de Novembro, previa estreá-lo no Natal...
A falta de agulha para finalizar os cós a uma semana do "prazo" quebrou o entusiasmo.
Aprendi da pior forma que o nº de malhas é muito importante...
Quando apanhei as malhas para a carcela fiquei com muito menos do que as indicadas no padrão. Justifiquei o facto de o estar a fazer mais curto. Depois começou a parecer-me que os pontos estavam demasiado abertos. Quando já ia supostamente a meio, resolvi colocar uma linha de segurança para o ver todo "esticado".
Abandonei-o durante meia dúzia de dias antes de ter coragem para desmanchar - afinal de contas havia cerca de 300 malhas nas agulhas.

Foi o meu primeiro casaco e o meu primeiro raglan.
Não sei a composição certa do fio, foi comprado em promoção no verão passado na Brancal - sete meadas custaram-me cerca de 10,00€, gastei metade para o casaco. Não sei a composição correcta, mas sei (e sinto) que tem uma percentagem grande de acrílico. Não me importei. Fá-lo mais resistente, e não deforma tanto.

Foi estreado ainda antes de ser lavado/bloqueado, e foi aprovado quanto ao conforto.

Hoje ficou a secar.

Faltam-lhe umas fotos bonitas.





quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Sock Box 2018 #1




Tricotar meias torna-se um vício.
Na minha gaveta já habitam pares suficientes para não ter de as lavar "à pressa".
Já fiz para a filha (que continua sem os usar), para o marido e para a mãe. 
Já fiz para oferecer e a pedido.
Estas, que foram ainda acabadas em 2017 estão por enquanto sem destinatária.


Dou por inaugurada a minha Sock Box 2018.
Ficam à espera de alguém que precise e/ou as mereça.

E disto isto pergunto:
Tricotam (ou crochetam) para todos aqueles que vos pedem?
Acham que todos são "merecedores" do vosso tempo?

De todas as peças que já ofereci (que fiz para) posso dizer que a pessoa mais "merecedora" é a minha mãe.
Já lhe fiz cachecóis, golas, xailes, echarpes, bolsas e meias.
E também 1 ou dois gorros.
Sei que aprecia e dá valor, tanto aos materiais como ao tempo "gasto".

Este Natal ofereci umas meias a uma pessoa, que embora não conheça muito bem, sabia que ia gostar.
Gostou e apreciou.
Veio agora pedir-me que fizesse um par para cada uma das suas meninas.
Disse que não.
Ela sabe tricotar, embora não saiba fazer meias.
Imprimi-lhe umas instruções em português, e ofereci-lhe um novelo de lã para experimentar.

Fiquei de bem com a minhas consciência, mas...
O que fariam?
Tricotam a pedido para todos os que vos pedem?




sábado, 3 de fevereiro de 2018

Para levar





Gosto de café.
Gosto de gostar de café.
O café da manhã é-me indispensável (os outros nem por isso), e posso beber café 1 hora antes de ir para a cama, que não é isso que me tira o sono.

Já há muito que este é o café de eleição cá por casa, e volta não volta recebo as newsletter`s com as promoções/ofertas.

Nem sempre aproveito, mas desta vez não resisti.
Uma caneca térmica de oferta em compras superiores a 35,00€.
Hoje, enquanto me preparava para vos mostrar, pensei em fazer uma segunda encomenda para receber uma segunda oferta. Já não há. Acabou o stock...

Gosto de café, e agora estou a gostar de poder trazê-lo comigo e ir bebendo durante a viagem.

Quem gosta de café que ponha o dedo no ar.



sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Em jeito de aniversário





Antes que mudasse de ideias, comecei-as na única cor (das disponíveis em casa) que sabia que usaria. 

Um dos motivos que sempre me apresentou para não querer que lhe tricotasse umas meias é que ficariam largas. Optei por fazer com o mesmo numero de malhas que as minhas, mas em canelado - ele tem o pé e a perna mais finos que eu.

Acabei-as ontem - Diz que estão boas.

Ofereci-lhas hoje em jeito de prenda de aniversário.
Faz hoje 21 anos que dissemos o sim.






terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Equipamento desportivo





Quem por aqui passa algumas vezes já sabe que algumas das minhas horas (e muita da minha energia) é "gasta" no ginásio.

A prática diversificada de aulas que faço, exigem-me diferentes equipamentos.

Se as leggings e a camisola (de alças ou não) se adaptam a qualquer aula, o restante equipamento teve ser adequado. 

Por fazer algumas aulas onde os saltos são uma constante, é-me imprescindível um soutien e uns ténis (estes já estão a precisar ser substituídos...) com suporte adequado.

As fitas que são para enrolar nos pulsos e mãos, são aconselhadas para as aulas de Combat, uma vez que os movimentos rápidos podem causar algum desconforto nos pulsos.

Os sapatos apropriados para o cycling sempre achei que eram uma "frescura", até ao dia em que resolvi experimentar uns...
São sem dúvida a peça mais cara que comprei para a prática desportiva (sem contar com os patins para competição na minha adolescência), mas para quem faz cycling com regularidade são um must have. 
Porquê?
Ao pedalar, com uns ténis normais, a tendência é entortar os joelhos ligeiramente para dentro, como os sapatos encaixam no pedal da bicicleta e a base é rígida, os sapatos mantêm os joelhos direitos.
A longo prazo as minhas rótulas vão agradecer.

O que mais faz parte da mala?
As toalhas para o duche - a mais pequena serve também para levar para o treino, ora para colocar no chão para me deitar, ora para colocar no guiador da bicicleta per causa do suor (meu e dos outros).~
Um resguardo para os pés, enquanto me dispo e visto do banho. Serve também para trazer a roupa suja dentro, que tem um atilho que o fecha.
Outro acessório indispensável, e que me esqueci de incluir na foto - chinelos para o duche. Nunca, mas nunca tomar banho descalça no duche. As poucas vezes que me esqueci, tomei banho de meias.

Quais são os teus indispensáveis para a prática desportiva?








domingo, 28 de janeiro de 2018

Foi domingo no Alto do Vento




Hoje houve jardinagem no meu Alto do Vento.

O cantinho dos sofás viu chegar uma planta nova - os jarros trazem-me sempre à memória a minha Avó materna.

Os frutos vermelhos (que não são só vermelhos) mudaram de canteiro e chegaram mais salsa e coentros.



Os morangos sobreviventes do ano passado dizem-me que merecem mais atenção.

Um cão a aproveitar o Sol e um estendal de meias de lã - para que serve tricotar meias se não for para as usar?!?!